
A sede da Arprom, reformada em 2019, em foto de Néia Rosseto, feita em 14 de março de 2020
A Associação Rio-pretense de Proteção ao Menor foi fundada na noite de 24 de outubro de 1967, por iniciativa do juiz Sílvio Irineu Bednarski, da 3ª Vara e de Menores, com a finalidade de oferecer aos menores emprego, assistência moral e espiritual, educação escolar e alimentação. A fundação foi aberta com o advogado Olímpio Rodrigues fazendo a leitura do estatuto e o jornalista Jezualdo de Oliveira servindo como secretário. Participaram da fundação o prefeito Lotf João Bassitt, o major Jair Foresti, comandante do 17º Batalhão; o vereador Nelson Barbosa, o juiz Laerte Nordi, Nássere Racy Aidar, Nabor César Siqueira, Rubens Bonvino, Manoel Miceli, Sylos Bauab, Wilson Trevisan, Osvaldo Meuci, José Vilanova Peres Filho, João Adalberto Busnardo, Clówis Oger, Affonso Oger, Nivaldo Pradela, da rádio Independência e Pedro Castro Filho, de A Notícia. A primeira diretoria foi composta por Adelino Alves, presidente; Nássere Racy Aidar, vice-presidente; Wilson Trevisan e Humberto Sinibaldi, primeiro e segundo secretários; Jeová Oliver e Manoel Micelli, primeiro e segundo tesoureiros; a Comissão de Meio Financeiros foi formada por Joaquim Estrella Maia, Domingos Sufredini, Adail Vettorazzo, José Vilanova Peres, Nabor César Siqueira, Osvaldo Meuci e José Buchala e a Comissão de Contas foi integrada por Nelson Barbosa, José Vilanova Peres Filho, Rubens Bonvino, João Adalberto Busnardo e Sylos Bauab(1).
O prefeito Lotf Bassitt cedeu à Arprom um imóvel municipal, na esquina das ruas Voluntário de São Paulo e Delegado Pinto de Toledo, em regime de comodato, para abrigar a nova instituição. A Arprom ficou nesta sede até 1988, quando se mudou para a rua Prudente de Moraes, 3308, em prédio construido para o seu funcionamento. Em 2019, a sede foi reformada e ampliada e pasosu a ser denominada de Desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças.
Os meninos atendidos pela instituição ficaram conhecidos como os “Guardinhas da Arprom”. Ao longo dos anos, as diretoria contaram com o trabalho voluntário de Adelcio Parro, cabo da Polícia Militar, das professoras Maria Luiza de Oliveira e Silva e Maria Aparecida Germann, do juiz Silvio Bednarski e do promotor Paulo Humberto Borges.
Presidiram a instituição Adelino Alves de 1967 a 1968, Waldemiro Naffah de 1968 a 1969, Linneu de Alcântara Gil de 1969 a 1970, José Tarraf Filho de 1970 a 1971, José de Mello Mendes de 1971 a 1972, Wilson Daher de 1972 a 1973, Armando Casseb de 1973 a 1975, José Vitta Medina de 1976 a 1977 e de 1998 a 1999; Benedicto Cury de 1978 a 1979, Odécio Padovez de 1980 a 1981, de 1984 a 1985, 1988 a 1989 e de 1996 a 1997; Sérgio Miguel Daher de 1982 a 1983 e a partir de 2000; Cláudio Tarraf de 1986 a 1987, José Vinha Filho de 1990 a 1991 e de 1994 a 1995; Gilberto Barreta de 1992 a 1993.
Fonte:http://quemfazhistoria.com.br; (1) A Notícia, pág. 1, edição 11.987, de 27/10/1967