Policial militar, advogado, professor e jornalista, coronel da Polícia Militar, foi comandante da 2ª Companhia Independente da Força Pública (atual Polícia Militar) de 1958 a 1962; responsável pela construção dos quartéis do 17º Batalhão da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, junto com o deputado federal Coutinho Cavalcanti. Foi um dos principais responsáveis pela instalação, em 1956, do destacamento do Corpo de Bombeiros, juntamente com o prefeito Alberto Andaló e o coronel Armínio de Melo Gaia Filho; criador, em 1959, do primeiro Serviço de Policiamento de Trânsito de São José do Rio Preto; chefe de gabinete do prefeito Philadelpho Gouveia Neto de março a dezembro de 1963; um dos fundadores, em 1950, e presidente honorário da Associação Rio-pretense de Tiro ao Alvo – Arta, da Guarda Mirim, atual ARPROM e do Clube Hípico; presidente da Comissão Central de Esportes – CCE em 1954; fundador e diretor do jornal O Rio-pretense, cuja primeira edição circulou em 25 de agosto de 1952 com desenhos do artista Antônio Vargas; delegado de polícia nomeado em Icém – SP. Professor em São José do Rio Preto, Monte Aprazível, Tanabi, São Paulo e Guarulhos. Cidadão honorário rio-pretense por diploma outorgado pela Câmara em 6 de agosto de 1999. Em 1961 foi nomeado pelo presidente Jânio Quadros, pela portaria 201, para fiscalizar e suprimir o ágio do trigo na região de São José do Rio Preto. Em 1959, comandou a Força Pública na questão do “Arranca-capim”, um movimento de 700 arrendatários vindos de vários estados brasileiros para trabalhar numa fazenda em Santa Fé do Sul, liderados por Jofre Soares, que ficou conhecido, segundo o jornalista Mário Soler, por “Fidel do Sertão” e “Capitão Sertanejo”.
Formado em Pedagogia pela FAFI, atual IBILCE/UNESP em 1966 e, em Direito, pela Faculdade de Uberlândia, MG, em 1971.
Local de nascimento: Santa Isabel – SP
Data de nascimento: 27/07/1921
Local de falecimento: São José do Rio Preto – SP
Data de nascimento: 13/02/2022