Januário José Fuschi, sacerdote católico, foi o segundo pároco de São José do Rio Preto, nomeado 28 de fevereiro de 1896. Na noite do 21 de julho de 1901, entre 22h30 e 23 horas, foi surpreendido por um grupo comandado por Antônio de Amaral Salles (filho de José Severino do Amaral Salles e sobrinho de Pedro Amaral) junto com o escrivão do juiz de Paz e um capanga de Pedro Amaral, dentro da sua casa. Enquanto do lado de fora, a Banda Musical do maestro José Severino do Amaral Salles tocava, dentro da casa o sacerdote era surrado e roubado, conforme queixa registrada em São Paulo no dia 6 de março de 1902. O grupo intimou o sacerdote a deixar a cidade em 24 horas sob ameaça de morte. Na queixa, o sacerdote disse que Antônio Amaral era seu sacristão e que a surra foi em decorrência de ter-lhe negado um empréstimo de dinheiro e uma doação de tijolos. Ele disse ainda que durante o ataque lhe foram roubadas todas as roupas, 100$000 (cem mil réis), um pince-nez de ouro, uma espingarda a retrocarga e um punhal. Foi pároco da Paróquia São João Batista, de Curralinho (atual Joanópolis), em 1911.