
O Brasão de São José do Rio Preto, revisado em 1971

O Brasão antigo, adotado em 1936
O primeiro Brasão de Armas de Rio Preto, foi criado por Affonso D’Escragnole Taunay, diretor do Museu Paulista, e desenhado por José Wast Rodrigues, e adotado oficialmente em 10 de agosto de 1936, pelo prefeito Sinésio de Mello e Oliveira. De acordo com a lei aprovada pelo Conselho Consultivo Municipal de 1936, o Brasão de Armas de Rio Preto tem a seguinte representação: Os característicos do escudo são:
Escudo redondo português, encimado pela coroa primitiva das municipalidades; em campo de prata, uma cidade ao natural, à margem de um rio sable representa a peça principal, traduzindo o nome do Município de Rio Preto. Na parte superior do campo de prata, em posição ascendente, uma grande águia sustém nas garras os ramos floridos de lírio, atributos simbólicos de São José, orago da cidade e Município que evocam o nome primitivo: São José do Rio Preto. No teste, em campo de prata e letras de sable, inscreve-se a divisa: Pro S.Paulo semper altius. Como suportes enramam-se hastes de cana, galhos de café, ramas de algodão, milho e arroz, recordando as principais riquezas agrícolas do Município.
Em 15 de março de 1971 foi feita uma revisão no Brasão pelo heraldista Arcinoé Antonio Peixoto de Faria, substituindo a frase em latim “ProS.Paulo Semper Altius” por “São José do Rio Preto” e acrescentando mais três torres às cinco criadas por Taunay e Wast Rodrigues. Com a revisão, o Brasão passou a ter os seguintes termos heráldicos:
Escudo clássico flamengo-ibérico encimado pela coroa mural de oito torres, de argente. Em campo de argente uma panóplia constituída de uma cidade ao natural, à margem de uma faixa ondada de sable, firmada em chefe, uma águia estendida de sable, carregada de um escudete de goles com uma espada em pala ladeada da sigla “SP” e ramos de louro entrecruzados, tudo em argente; a águia traz nas garras ramos floridos de lírio ao natural. Como suportes, enramam-se hastes de cana, galhos de café, ramos de algodão, milho e arroz, tudo ao natural, entrecruzados em ponta, sobre as quais se sobrepõe um listel de goles, contendo em letras argentinas o topônimo “São José do Rio Preto.
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