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Adolpho Guimarães Corrêa

A - São José do Rio Preto-SP, São José do Rio Preto-SP8 de março de 2020personalcomp

Professor e advogado, coronel da Guarda Nacional e tenente-coronel comandante do 217º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional em 1901, foi prefeito rio-pretense de 1908 a 1914 (renunciou ao mandato em 25 de agosto de 1914. Vereador rio-pretense de 1902 a 1904, de 1905 a 1907, de 1908 a 1910, de 1911 a 1913, de 1914 a 1916 (renunciou ao mandato em 25 de agosto de 1914) e oltou a ser vereador em 1928 — era suplente para a Legislatura de 1926 a 1928, assumiu o cargo em 19 de junho de 1928 na vaga de Manoel Reverendo Vidal, que teve o mandato cassado; presidente da Câmara Municipal de 1902 a 1907 e em 1928 [de 19 de junho a 31 de dezembro de 1928. Foi o chefe político que mais tempo esteve à frente do Poder Municipal, uma vez que os poderes do presidente da Câmara entre 1902 e 1908 eram maiores que os do Intendente (Prefeito); no total, ele dominou o Município por 12 anos e sete meses. Pode-se dizer que ele é recordista entre os mandatários políticos de São José do Rio Preto, superando Manoel Antunes, que foi 10 anos de mandato, e Edinho Araújo, que deve completar 12 aos de mandato em 31 de dezembro de 2020. No início do século 20, ele previu a construção de avenidas ao longo dos córregos Canela e Borá como fator de desenvolvimento econômico da cidade; para ele, São José do Rio Preto seria no futuro “a Chicago do Brasil”. A rua Bernardino de Campos levou o seu nome de 2 de julho de 1904 até agosto de 1914; Catanduva também levou o nome de Vila Adolpho até se tornar município, em 1914, em sua homenagem. Foi ele quem deu o nome de Tanabi, em 1907, que até então se chamava Jataí.

É um dos fundadores, em 7 de fevereiro de 1899 da Loja Maçônica Cosmos, da qual onze vezes venerável, de 1901 a 1912, e orador de 1899 a 1901. Fundou a revista Cosmos, impressa em São Paulo, com circulação em 14 de janeiro de 1902,e foi o fundador do primeiro jornal da cidade, “O Porvir”, em 12 de julho de 1903 (a tipografia do jornal O Porvir veio de Jaboticabal em carro-de-boi e com ela veio o primeiro tipógrafo da cidade, Cincinato Homem). Foi um dos fundadores e presidente da Associação Teatral Rio-pretense, em 1906; fundador e primeiro provedor da Casa de Caridade (atual Santa Casa) em 1909; e fundou em 1901, o Gabinete de Leitura (primeira biblioteca de caráter público de São José do Rio Preto). Foi juiz de Direito substituto de 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 1911; integrante da 4ª Seção Eleitoral em 1899; e loteador da Vila Ercília, em 1920. Em 4 de outubro de 1897 foi nomeado professor da Escola Mista pelo presidente da Câmara Municipal Pedro Amaral, exonerando-se em 2 de março de 1898; obteve concessão em 15 de abril de 1898, com Ugolino Ugolini, para explorar por 20 anos o Salto do Avanhandava; também com Ugolini, foi vencedor de concessão em 19 de julho de 1898, para construção de uma linha de bondes ligando Rio Preto ao Salto do Avanhandava (os dois projetos não sairam do papel). Sócio-fundador da Casa Bancária Edgard Caramuru & Cia, com Edgard Mattos Caramuru, Oswaldo de Carvalho, João Birolli, Manuel Custódio Correa, Modesto José Moreira, Cipriano José Moreira e Pedro Lucatto.  atualmente, é nome de uma praça na Vila Ercília, defronte a avenida da Saudade, segundo o decreto 153, de 31/12/1946, assinado pelo prefeito Mário Valadão Furquim. No dia 23/10/2010 foi fundada a Biblioteca “Maçom Adolpho Guimarães Corrêa”, por um grupo de maçons liderados por Alberto Gabriel Bianchi e Antonio Carlos Del Nero..

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo – USP, no Largo São Francisco, em 1923.

Local de nascimento: Aiuruoca-MG

Data de nascimento: 25/11/1873

Local de falecimento: São Paulo-SP

Data de falecimento: 27/08/1943

Fontes:http://quemfazhistoria.com.br

 

 

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