Abílio Augusto Abrunhosa Cavalheiro, jornalista e escritor foi co-autor, com Paulo Laurito e Theodoro Demonte, do Álbum Ilustrado da Comarca de Rio Preto, de 1929, o maior e mais detalhado livro já escrito sobre a história de São José do Rio Preto, com mais de 1.100 páginas; foi fundador da revista “A Flexa”, em São Paulo, junto com Sylvio Floreal; fundador, em 1925, e diretor e redator do Rio Preto Jornal e do jornal “Diário de Catanduva”, também em 1925. Roteirista do filme mudo “O Suicídio”, produzido pela Cinematografia Progresso, dos irmãos Demonte, em 1927. Em 1 de novembro de 1940, o presidente da República, Getúlio Vargas, assinou o Decreto-lei nº 6459, autorizando, pelo prazo de dois anos, “o cidadão brasileiro Abílio Abrunhosa Cavalheiro a pesquisar grafite numa área de quarenta hectares, localizada em terrenos do 3º Distrito de Santa Maria Madalena do Estado do Rio de Janeiro”. Pelo decreto, a área era um quadrado assim delimitado: “partindo-se de ponte Paraiso sobre o rio Macabú, com rumo 47º OO SE numa distância de mil e quinhentos e sessenta e cinco (1.565) metros, encontra-se um vértice do quadrado tomado para origem da localização. Os lados adjacentes a este vértice têm rumos S-N e W-E e comprimento de dois mil metros (2.000), todos os rumos são referidos ao meridiano magnético.”
Local de nascimento: Longroiva – Guarda – Portugal
Data de nascimento: 11/6/1891
Local de falecimento: ??
Data de falecimento: ??/??/??
Fonte: www.quemfazhistoria.com.br;