Joaquim Manoel Gonçalves, sacerdote católico, foi vigário da Paróquia de Rio Preto em 15de maio de 1927 até 1931, cura da Catedral de São José de 1931 a 1935 e camareiro secreto do Bispado de 1935 a 1941; e capelão do Asilo Bom Pastor, em São Paulo, de 1941 a 1944; foi um dos fundadores do Ginásio Diocesano (atual EE Monsenhor Gonçalves) em 1929, foi um dos fundadores e presidente da Sociedade Beneficente de Rio Preto em 1931. Um dos líderes regionais da Revolução Constitucionalista de 1932 e, com a derrota dos revolucionários, foi capturado e espancado, juntamente com Leonardo Gomes e Laudelino Cunha Vianna pelas forças mineiras de ocupação. Veio para o Brasil após a instalação da República de Portugal, que antes de embarcar, viveu exilado na Espanha, em 1912, e na França, em 1913. Foi vigário de Dois Córregos e cura de São Carlos. Sua atuação sacerdotal foi de grande importância na consolidação do Bispado de Rio Preto, atuando ao lado do bispo D. Lafayette Libanio. Ele auxiliou na criação de várias paróquias e lutou para que a cidade tivesse uma boa educação leiga. A escola estadual da rua Presciliano Pinto, 940, na Boa Vista, que já se chamou Instituto Educacional, leva o nome de Monsenhor Gonçalves em sua homenagem. Dá nome a uma rua na vila Ercília, entre as ruas José Bonifácio e Barão de Cotegipe.
Ordenado sacerdote em Braga, Portugal, em 22 de dezembro de 1894.
Local de nascimento: Braga – Portugal
Data de nascimento: 07/11/1869
Local de falecimento: São Paulo – SP
Data de nascimento: 21/12/1944
Fonte: www.quemfazhistoria.com.br