Em dezembro de 1955, o presidente da ACIRP, José Beolchi, encontrou-se em São Paulo com Antonio Devisate, diretor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI e com Herbert de Arruda Pereira, diretor da FIESP, e aproveitou para pleitear a construção de uma escola profissionalizante em Rio Preto. Logo no início de 1956, Beolchi encaminhou ao SENAI um memorial sobre a cidade, indicando todos as aspectos econômicos que seriam necessários para auxiliar no pedido da escola. Dois anos depois, na primeira quinzena de 1958, o vereador Hélio Negrelli, que havia sido presidente da ACIRP, procurou o prefeito Alberto Andaló para pedir a doação de um terreno para a instalação da escola do SENAI. Andaló decidiu que a melhor área era a do Campinho, que até poucos meses antes era utilizada como aeroporto. Com a morte de Andaló, em 2 de novembro de 1959, coube ao novo prefeito, Valdomiro Lopes da Silva, assinar a lei que doou o terreno para a escola, cuja obra foi projetada por Romeu Patriani, em 1962. A escola, que tem o nome de Antonio Devisate, foi inaugurada em 3 de fevereiro de 1964 e está localizada na rua Antonio de Godoy, 5405, no Jardim Francisco Fernandes, oferecendo educação profissionalizante nas áreas de eletroeletrônica e eletromecânica. Eufrozino Ferraz foi o primeiro diretor de 1964 a 1974, depois vieram Ubajara Soares de Oliveira de 1974 a 1977, Francisco José de Brito de 1977 a 1987, Oswair Martins Ribeiro de 1987 a 1998 e Valmir Cipriano assumiu em 1999.
Fonte: www.quemfazhisorio.com.br; http://www.educacao.sp.gov.br/central-de-atendimento/; https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/educacao/